Eu escrevo e te conto o que eu vi

Um blog sobre tudo e sobre nada.

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Local: São Paulo, SP, Brazil

Um gajo deveras apaixonado pelo que faz. Jornalista, magro, pobre e feio. Tio da Carolina e da Gabriela, marido da Viviane. Repórter de esportes e motor, sãopaulino consciente, assessor de imprensa, fanático por automobilismo e esportes de aventura, e também freelancer, porque ninguém é de ferro.

quinta-feira, novembro 27, 2008

Ah, Floripa (reloaded!)

FLORIANÓPOLIS (sem chuva) - Sim, caríssimos e caríssimas. Estou em Florianópolis, cidade de Floriano, da Praia da Joaquina, da Praia Mole, do Jurerê, Santinho, enfim. Vim na quarta-feira, para aproveitar dois dias de sossego ao lado da patroa, Viviane, a Doce, para na sexta de manhã começar os trabalhos no Kartódromo dos Ingleses, onde vai ter domingo o Desafio das Estrelas. Uma cobertura de Fórmula 1, mas sem os carros. A galera da F1 (bom, alguns deles, atuais ou ex's) estará aqui pra brincar de kart, entre eles, Michael Schumacher.
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Vai ser legal. E ainda pego uma prainha no fim do dia.

quarta-feira, novembro 19, 2008

Anta!

SÃO PAULO (quem mandou ser burro?) - Você vai até o banco, a umas sete quadras de onde você trabalha, para pagar umas contas. Você faz uma bela caminhada, chega no banco, entra na fila, pega as contas na mão e... Percebe que esqueceu a carteira.
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Você dá aquela bufada, puto da vida. Mas como a papelada vence exatamente hoje, você resolve voltar e buscar a dita cuja. No meio da caminhada (ah, em uma bela subida), eis que começa a chover...
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Hoje, cão raivoso eu sou.
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PS: Paguei as contas. Molhado.

sábado, novembro 15, 2008

Texto zuado

COTIA (direto das 500 Milhas da Granja) - O tempo trabalhado em assessoria de imprensa, e principalmente em televisão, meio que zuaram o meu texto. Cada job exige um estilo diferente na escrita, e um tempo atrás até falei sobre isso. Que eu tive que penar para pegar o jeito do texto em televisão, que é mais sucinto, mais curto e com menos detalhes.
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Eis que este pobre, magro, cansado, casado e mequetrefe escriba volta às origens, ao bom e velho jornalismo impresso (gracias, Gutenberg). Faço alguns textos, traduzo outros, dou aquele tapa e mando pra revisora. Quando volta, parecia minhas provas de matemática na escola: um monte de coisa em vermelho. Repetições, redundâncias e quetais.
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Tô aprendendo tudo de novo. Tudo bem que dizem que a vida é um eterno aprendizado, mas aí também já é avacalhação, né não?
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Tá loco...

quarta-feira, novembro 12, 2008

Corre!

SÃO PAULO (escreve, apura, traduz, revista, edita, manda) - O bom de trabalhar no que se gosta é que não sobra tempo pra reclamar. E nem pra escrever no blog. Ainda mais agora, com dois para serem feitos. Traduzindo uma revista inteira, escrevendo mais matérias daqui, fazendo um site, uma newsletter e cuidar de Viviane, a Doce, estão me deixando um workaholic.
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Só falta começar a voar.
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Alguém aí tem uma capa vermelha?

quinta-feira, novembro 06, 2008

Catchy

SÃO PAULO (listen to the radio) - Dia desses ouvi essa música e gostei. Sonzinho viciante, daqueles que ficam ecoando na cabeça o dia inteiro.
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Taí o vídeo. Mas se contar, eu nego.
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O número mítico


SÃO PAULO (envelheço na cidade) - Não poderia deixar passar em branco. Hoje, 6 de novembro de 2008, este pobre, magro, casado, mais velho e mequetrefe escriba completa 27 aninhos de idade.
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Depois dos 25, fazer aniversário deixa de ser engraçado. De qualquer forma, completo 27. Um número mítico, pra quem gosta de carros de corrida, como eu. Número que foi usado por dois dos meus três pilotos preferidos: Gilles Villeneuve e Ayrton Senna. O terceiro é Tazio Nuvolari, mas não sei se ele usou o 27.
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Enfim, agora com 27 anos começo a ter a impressão de ter realmente entrado na vida adulta. Não sei se é o casamento ou o novo trabalho, mas a impressão é que a responsabilidade é maior. Presente? Na... Um bom jantar, um bom banho, uma dose de uísque e ir dormir num horário razoável...
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Tô ficando velho mesmo...

quarta-feira, novembro 05, 2008

Salão dos infernos

SÃO PAULO (odeio a CET) - Aproveitei minha estada na gloriosa Zona Norte de São Paulo, onde eu entrevistava Viviane Senna, para ir ao Salão do Automóvel no Anhembi. Credenciado que estava, ou eu ia aquela hora ou não ia mais. Não ia atravessar a cidade nem fodendo pra ver meia dúzia de Porsches e Ferraris. Essa quantidade eu tenho na garagem (aoooooooooooo!).
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São vários portões, e eu vendo os avisos de que o estacionamento estava lotado. Aí pergunto pra um agente da CET onde eu - com credencial de imprensa - deveria parar.
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- Portão 35, chefe.
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Beleza. Paro no 35. Fechado. Vem outro cara da CET dizendo que eu não podia parar ali.
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- Disso eu sei, meu amigo. Mas seu colega falou que carro de imprensa tinha que parar aqui.
- Não, é no 37.
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Vou pro 37. Com correntes e cadeado. Começo a bufar e pergunto ao terceiro agente dos infernos, digo, da CET, onde diabos eu tinha que parar.
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- Pára no 38, patrão.
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Nem perdi tempo de parar no 38, porque também estava fechado. Sigo direto ao 39.
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- Não chefe, aqui não, Imprensa é no Portão 9.
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Eu já tinha dado duas voltas completas no Anhembi. E o trânsito na Marginal, como todos devem saber, não era dos mais aprazíveis. Encosto no 9:
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- Chefe, imprensa é no 35.
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Aí não aguentei (e desde já, perdoem os palavrões):
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- Puta que o pariu! Eu já dei três voltas nesta merda deste Anhembi e cada hora um filho da puta de vocês da CET me diz que é num portão diferente!
- Pois é, chefe. Imprensa é no 35.
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Espumando, vi que no 33 tinha gente entrando. Falei "foda-se" e entrei.
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De legal no Salão eu vi um Gol feito em escala menor (menor que um buggy), e o Pagani Zonda. Mas sei lá, não me impressiono mais com essas coisas. Vi lá os carros de Fórmula 1 da Toyota, Renault e Honda... Não sei se é a idade, se eu sou um puta cara chato mesmo... Vai saber.
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Pelo menos vi lá o meu futuro carro.