Eu escrevo e te conto o que eu vi

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Um gajo deveras apaixonado pelo que faz. Jornalista, magro, pobre e feio. Tio da Carolina e da Gabriela, marido da Viviane. Repórter de esportes e motor, sãopaulino consciente, assessor de imprensa, fanático por automobilismo e esportes de aventura, e também freelancer, porque ninguém é de ferro.

quarta-feira, agosto 16, 2006

Quem, eu?

AMERICANA (alô, alô, marciano) - Revirando minha papelada em casa - e tem MUITO papel mesmo - encontrei um teste vocacional que fiz quando estava na sétima série. Foi feito na escola, no distante ano de 1995. E como de graça vale até ônibus errado, eu fiz a parada, embora já tinha decidido ser jornalista. O que são as raízes e a criação, né mesmo? Onze anos depois, concordo com as definições - e não com as observações.
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"Intuição Introvertida com Sentimento
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É perseverante, original e comprometido com as coisas e com as pessoas. O maior esforço é voltado para o trabalho, onde faz o melhor em ambiente pouco agitado. Consciencioso e preocupado com os outros, é notado pelos seus firmes princípios e tende a liderar um grupo por suas claras convicções de como melhor servir o bem comum. Sua palavra-chave é a intuição. Místico, possui facilidade para relacionar fatos passados com o presente e o futuro, compreende fenômenos psíquicos, possui liderança e valoriza a vida interior."
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Agora, notas do editor:
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Perseverante
teimoso;
Voltado para o trabalho
eu só comecei a trabalhar no ano seguinte;
Faz o melhor em ambiente pouco agitado
Tá bom. Numa redação de jornal?
Tende a liderar um grupo por suas claras convicções de como melhor servir ao bem comum
Leia-se: quer bem feito? Faça você mesmo!
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O que me intriga, na letrinha miúda no final da folha: "Cleber, precisamos conversar. Seus índices foram um pouco baixos. Talvez você precise de uma ajuda mais individualizada, ok?"
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Não, não tá ok, cacete. Eu sabia que queria ser jornalista desde os dez anos de idade. Ou eu não levei a bagaça a sério, ou essa psicóloga tava era querendo ganhar com sessões de terapia. Enfim, anos depois, passei a fazer. Mas não com essa daí. Humpf...
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Enfim, eu sou estranho. Pronto.

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