Eu escrevo e te conto o que eu vi

Um blog sobre tudo e sobre nada.

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Nome: Creco
Local: São Paulo, SP, Brazil

Um gajo deveras apaixonado pelo que faz. Jornalista, magro, pobre e feio. Tio da Carolina e da Gabriela, marido da Viviane. Repórter de esportes e motor, sãopaulino consciente, assessor de imprensa, fanático por automobilismo e esportes de aventura, e também freelancer, porque ninguém é de ferro.

Sexta-feira, Novembro 06, 2009

Vinte e oito

BRASÍLIA-DF (envelheço em outra cidade) - Um mês depois da última postagem, eis que estou de volta. Tem sido um final de ano muito corrido. Dois finais de semana seguidos em Curitiba, e agora em Brasília, onde há exatos 13 anos completei 15 anos de idade em uma excursão com minha turma da oitava série na escola.
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Porra, 28 anos. Lembro de quando meu pai fez 30... Enfim, até os 18 eu aguardava ansiosamente os 6 de novembros, mas agora chegou e eu quase nem me dei conta. De qualquer maneira, são 28 verões bem vividos, e a convicção de que cada vez mais eu sou um adulto mesmo.
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Um emprego que amo, uma mulher que amo mais ainda, uma casa pra cuidar, um cachorro pra alimentar e um Voyage pra colocar álcool. Muito trabalho, poucos finais de semana, mas é disso que eu gosto: correria. Que venham mais 28, e depois mais 28.
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Porque se continuar assim, tá ótimo.

Terça-feira, Outubro 06, 2009

Passando mal

SÃO PAULO (what the f*ck is going on?!) - Depois de ter comido bem e encerrar contente um final de semana em que tudo deu certo, hora de voltar pra casa. A merda é que indo pra Campo Grande eu tive uma hora a mais pra trabalhar. Voltei pra São Paulo e tive uma hora a menos para dormir. Maldito fuso.
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Óbvio que acordei acabado no dia seguinte, e fui trabalhar. Voltei pra casa após o expediente ainda mais cansado que o habitual. Aí começo a sentir uma dorzinha chata nas costas e nos joelhos; começo a sentir frio. Fodeu, é febre.
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Fiquei no sofá esperando o caneloni ficar pronto e quando me levantei para ir à cozinha, fui tremendo de frio. Comi pouco, tomei um banho, daqueles ferventes (quando se está com febre, o prazer da chuveirada quente é indescritível) - o que é errado, mas que se foda o mundo, eu tinha frio e queria um banho fervente.
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Viviane, a Doce, tratou de me colocar o termômetro debaixo do sovaco (não falo axila. Sovaco é mais legal) e quando tirou, estava lá 37,9 graus. Eita. Febrão. Aí ela preparou um chá com paracetamol e passei a noite suando em bicas.
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Acordei bem - seco - tomei um banho morno (que ficou frio no final para rebater a febre), e vim trabalhar. Foi chegar no escritório e dá-lhe febre de novo. Aí aparecem aquelas coisinhas chatas do trampo - cliente chato, pra ser mais exato - e meu humor também foi para a casa do chapéu.
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Preciso descobrir o que está acontecendo. Além da saúde, minha paciência já foi pro saco.

Domingo, Outubro 04, 2009

Passando bem

CAMPO GRANDE-MS (era um lugar rusticozinho) - Campo Grande me pareceu uma mistura de Ribeirão Preto com Barretos. Cidadezinha simpática, fácil para andar de carro - aliás, carro velho e acabado foi algo que eu quase não vi por estas bandas. O que tem de caminhonete por aqui também é um negócio impressionante.
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Na sexta-feira saí tarde do autódromo e a turma resolveu passar no shopping pra bater um rango por lá mesmo. E no final das contas, foi uma boa escolha. Comi dois medalhões de filé gigantescos com risoto de shitaki. Sensacional, apesar da matilha de emos que apareceu no shopping depois das 21 horas. Coisa horrível.
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No sábado deu pra sair cedo da pista após os treinos de classificação. Então, rolou uma piscininha e depois uma sinuca no hotel. Sinuca em mesa torta. Foi bom, fiz jogadas de mestre - ajudado pela física (mandava a bola na caçapa do canto alto à direita e ela caía no canto baixo à esquerda. Gênio).
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Após um breve descanso e de conferir o jornal local e o Jornal Nacional, fomos a um restaurante de culinária local, por indicação de Luciano Burti. Um lugar rústico, daqueles que ninguém bota muita fé quando entra. O cardápio, no entanto, era bom. Cada um fez seu pedido.
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Eu fui de picanha. Meu Deus, como tava bom. O pessoal pediu um strogonoff de carne de sol com palmito amargo. Experimentei, claro. Sensacional também. Mas a picanha...
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Na saída, vi que desde 2001 o restaurante é considerado o melhor da culinária sul-matogrossense pelo guia da revista Quatro Rodas. E tudo isso pela barganha de 57 reais (sobremesa, dois sucos, uma água e duas porções de picanha). Se fosse em São Paulo, eu não teria desembolsado menos que cem reais...
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Passei bem por aqui, viu. Vou te falar.

Sexta-feira, Outubro 02, 2009

Em Campo Grande

CAMPO GRANDE-MS (Yes, we créu) - De volta à ativa. No blog, claro. Dois finais de semana seguidos no Rio de Janeiro (antes do "feriado olímpico") a trabalho e, agora, em Campo Grande, a gloriosa capital do Mato Grosso do Sul. Nunca tinha vindo pra cá. O mais perto que passei daqui foi em Aparecida do Taboado, que fica perto de Santa Rita, onde meus avós moravam.
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E nas vezes que passei a ponte, claro, fui ouvindo o clássico sertanejo de Chitãozinho & Xororó.
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Bem, dizia eu, a aritimética... Gostei da cidade. Tem um naipe meio misturado de Ribeirão Preto com Barretos. Sei lá. E o povo aqui fala "porta" que nem eu! Sensacional. Capital de estado, meu.
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Mas... No autódromo, a internet cai toda hora. Nextel aqui não existe (apesar de eu estar aqui a trabalho cobrindo a COPA NEXTEL Stock Car). Eles até colocam antena nos autódromos para o final de semana. Mas até agora, o sinal não rolou.
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Eu não tenho outro celular. Então, tenho que falar com Viviane, a Doce, pelo MSN.
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Fim de semana longe é ruim. Sem ouvir a voz dela então...

Quarta-feira, Setembro 02, 2009

Abandono de blog.com

SÃO PAULO (lento, mas muito lento) - Este blog já virou algo para eu escrever de vez em quando. Faz tempo que não levo isso como obrigação. Ainda mais agora, com tanto trabalho a fazer. Só vir dar satisfações do meu sumiço.
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Depois de Salvador, passei um final de semana agradável de folga para recarregar as baterias e voltar a Interlagos na semana seguinte. Bastante trabalho, mas também muito estresse. Muito mesmo. Eis que, eu desligo o computador no domingo, guardo-o na mochila, aliviado por retornar a casa esperando um banho quente e um belo prato no jantar, minha cabeça gira.
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E gira, e gira, e gira.
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Daí que, meia hora depois, estava eu numa ambulância rumo ao hospital. Um dia depois, nova crise, hospital de novo. Outra consulta no mesmo dia, o diagnóstico: labirintite desencadeada por estresse. Uma semana em casa de molho.
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No domingo seguinte, já me sentia 100% quando pof!, outra crise. Fiquei a segunda em casa. Ontem voltei a trabalhar. Bastante lento. Ouvido ainda zunindo, mas melhorando a cada dia. A lentidão diminui dia a dia, mas vai permanecer por um tempinho por causa das medicações.
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Dia 15 tem exame e aí veremos qual será o tratamento após o retorno.
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Enquanto isso, devagar eu sigo.

Terça-feira, Agosto 04, 2009

De volta à Bahia

SALVADOR (BA) (Axé o cacete!) - Quatro anos depois, sim, meninos e meninas, estou de volta a Salvador, onde vou acompanhar em toooooooodas as suas emoções, a sexta etapa da Stock Car, no circuito de rua montado no (agora) famoso Centro Administrativo da Bahia, o CAB. Cheguei com céu nublado, mas um calorzinho de 28 graus na moleira. Dose!
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Enfim, só escrevi pra me gabar. Rá.
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"Ah, mas você foi a trabalho", dirá você, leitor ou leitora, esteja onde estiver. Mas em verdade, em verdade eu lhes digo: antes uma semana de trabalho em Salvador do que uma de folga em São Paulo.
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E tenho dito.

Sexta-feira, Julho 31, 2009

Blogueiro vagabundo

SÃO PAULO (estive em tantos lugares...) - Desleixo total com este espaço. Não vou dizer "espero que entendam" porque nem sei se alguém ainda lê isso aqui. E ninguém tem que entender nada, já que este blog em nada influi ou contribui para o desenvolvimento da sociedade. É apenas um lugar em que escrevo algumas baboseiras, e nada mais. Tem gente que acha legal, simpático, outros nem perdem tempo. E assim segue a humanidade, com coisas muito mais importantes a fazer, cada um com sua vida.
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Queria muito ter falado aqui de como foi em Londrina, cidade que há dez anos eu sonhei em morar e prestei vestibular - mas não passei; sobre as horas esperando no aeroporto, fechado por causa do mau tempo; das vindas de trem ao trabalho, já que agora sou um carro a menos na cidade e R$ 200 a mais no meu bolso.
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De que agora estou no Twitter (@cbernuci) e por isso também 140 toques me parecem mais rápidos e atraentes do que 1.400.
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Ah, e também de que semana que vem eu vou pra Salvador. Rá.