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Um gajo deveras apaixonado pelo que faz. Jornalista, magro, pobre e feio. Tio da Carolina e da Gabriela, marido da Viviane. Repórter de esportes e motor, sãopaulino consciente, assessor de imprensa, fanático por automobilismo e esportes de aventura, e também freelancer, porque ninguém é de ferro.

quinta-feira, agosto 12, 2010

Sertões - 2o dia

UNAÍ-MG (um pouco mais de sombra, pelo menos) - Acordei às 6h40, o que no Sertões é um luxo. O horário de saída estava marcado para as 7h30, então às 7h desci na recepção com a minha mala e a de um colega que faz o rali por via aérea. Deixei em uma sala reservada para isso e fui para o café da manhã.
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- O café da manhã é a partir das sete e meia, senhor.
- Você está de brincadeira.
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Em que hotel no mundo o café começa tão tarde? NEM NA BAHIA! E mexeu com meu estômago, amigo, fodeu. Vai ter consequência e vou ser deselegante. Sorte que a Globo estava comigo. Rá. Pressionamos e conseguimos abrir a bagaça uns quinze minutos antes.
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Panças cheias, vamos carregar a L200. Mas... cadê minhas malas?
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Algum infeliz do hotel botou minhas malas com um outro monte numa van que ia para o aeroporto. O lado positivo: as malas iriam chegar a Unaí (MG) bem antes que eu. O lado ruim: como eu vou achar esse raio de mala depois?
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Fomos pelos 445 quilômetros guiados por Dimas. Eu, Rafael Lopes e desta vez a Zahri, uma cearense doida que escreve para vários veículos, entre eles o Diário do Nordeste. Gente finíssima. No trajeto havia muitas estradas de terra, e devo dizer que fiquei impressionado com um trecho em que a poeira era tanta que não se enxergava um caralho à sua frente.
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Mapa na mão, fomos andando. Foi uma viagem curiosa, porque pela estrada, saíamos de Goiás, entrávamos no Distrito Federal por apenas alguns quilômetros, depois éramos colocados de volta em Goiás para então, também dali a poucos quilômetros, entrar no estado de Minas Gerais.
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O almoço foi tipicamente mineiro - ainda dá pra confiar no que se come. Lá pra cima é que a coisa complica. O trabalho correu tudo bem, tudo certo.
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Voltando à mala, ao chegar no hotel para o check-in, soube que as ditas cujas estavam lá. Mas alguém saiu distribuindo a esmo nos quartos reservados pela organização. E, claro, no meu quarto é que elas não estavam.
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Bom, chega por hoje.

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