Eu escrevo e te conto o que eu vi

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Um gajo deveras apaixonado pelo que faz. Jornalista, magro, pobre e feio. Tio da Carolina e da Gabriela, marido da Viviane. Repórter de esportes e motor, sãopaulino consciente, assessor de imprensa, fanático por automobilismo e esportes de aventura, e também freelancer, porque ninguém é de ferro.

quarta-feira, fevereiro 21, 2007

Muito mais do que eu imaginava

JUNHO DE 2008 é a previsão. Começam os preparativos

SANTA BÁRBARA (como diz meu primo, 'agora sim o mundo tem solução') - Quando “solteiro”, vivendo sem nenhum relacionamento sério e estável, apenas vagando de balada em balada na companhia de amigos, de copo em copo, zueira em zueira, caso em caso, eu procurava. Sim, procurava. Pois quem não procura?
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E procurava, imaginando como seria, que nome teria, que idade, de onde seria. Loira? Morena? Mestiça? Ruiva? Oriental? Branquinha? Queimada de sol? Olhos claros ou escuros? Verdes, azuis ou castanhos? Sorriso curto ou largo? Provocante? Recatada? Falante? Tímida? Explosiva? Alegre? Carente? Independente? Trabalhadora? Determinada? Pé no chão? Porra louca? Quais seriam suas principais características? Como seriam seus cabelos? Curtos? Longos? Encaracolados? Lisos?
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Um beijo quente? Um abraço reconfortante? Mãos leves? Bochecha viciante? Olhar desvairado?
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Quem procura sempre tem um ‘target’, um alvo, em mente: bonita, sensível, extrovertida, companheira, alegre, que não pegue muito no pé (um pouquinho só até faz bem), que te dê um espaço, que não chie por causa do futebol com os amigos ou com os domingos de Fórmula 1, que esteja sempre disposta, que se dê bem com seus pais, e que você se dê bem com os dela, essas coisas.
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Vira e mexe, a gente tromba uma criatura dessas. E se apavora. E muitas vezes a chance escapa pelos vãos dos dedos, como areia fina. O conformismo “não era pra ser” é entoado como um mantra. A gente chacoalha os ombros, bate a poeira e segue em frente.
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Aí, do nada, eis que me surge essa loirinha. Linda, cara de tímida, bom papo, rostinho sardento, dotada de uma sensibilidade e um sorriso iluminados. Medo? Quem não tem? Mas passou rapidinho. Quase oito meses depois do início de tudo, em Curitiba, estamos aqui, noivos.
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Porque ela não é nada disso que eu imaginava quando procurei, procurei e procurei.
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Ela é muito mais.

7 Comentários:

Anonymous Gi Hoffmann disse...

Nessas horas a gente vê q nunca é tarde! Lindo texto! Belo casal! Tenho q conhecer a Vivi! bjos

2:16 PM  
Anonymous valandil disse...

"parece que o amor chegou aí..."
clebão, é assim mesmo.
a vida sempre nos apronta umas e outras.
o importante é saber perceber as oportunidades e fazer delas um aprendizado.
sorte pra vc e pra vivi.
se amem e se respeitem.
isso é tudo.
:)

3:15 PM  
Anonymous Lu de Luca disse...

Creco,
apesar do texto lindo...o melhor é a carinha de vcs dois na foto.
Sejam felizes!!!sempre sempre sempre...
bjo em vc e na Vivi

8:30 PM  
Blogger Lili Cheveux de Feu disse...

Ó céus, tem um monte de corações saltando na minha tela!!!! Socorroooooooo!

[que coisa mais melosa e bonita vocês dois]

Que tudo dê certo.

beijo.

7:49 AM  
Blogger Viviane disse...

Amor, nâo tenho muito que comentar: amei...E vc sabe o quanto eu te amo...As vezes dou uns foras, mas isso pq te amo muito...Beijâo

6:16 PM  
Anonymous Cleber disse...

"A gente chacoalha os ombros, bate a poeira e segue em frente". Bela frase Berna.

2:15 PM  
Anonymous VIVI "GAÚCHA" disse...

PARABÉNS PRO CASAL!! DESEJO MUITAS FELICIDADES PRA VCS! GRANDE BEIJO!

11:23 PM  

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