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Um gajo deveras apaixonado pelo que faz. Jornalista, magro, pobre e feio. Tio da Carolina e da Gabriela, marido da Viviane. Repórter de esportes e motor, sãopaulino consciente, assessor de imprensa, fanático por automobilismo e esportes de aventura, e também freelancer, porque ninguém é de ferro.

sexta-feira, junho 18, 2010

Suécia (2)





GOTEMBURGO, SUÉCIA, 13 de junho de 2010.
(Que puta lugar bonito)
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Chegou o dia da viagem, e eu carregando uma bela mala de 22 quilos. Doze horas de viagem até Paris, na primeira (e única) escala até a Suécia. Chegamos no Charles de Gaulle (leia fazendo biquinho: Charle de Gôle) no Terminal 2B e corremos (pacas) até o Terminal 2G, lá na casa do carralhô, para pegar o vôo para Gotemburgo.
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Dado curioso: entre os filmes disponíveis no vôo, estavam Le Mans e Bullet, de Steve McQueen. Desnecessário dizer que pouco dormi durante a viagem para ver as duas obras.
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Dado curioso 1: pela primeira vez na vida eu voei em um avião fabricado pela Embraer. E não foi da Azul, não. Foi Air France. Da França à Suécia. Que coisa, não?
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Dado curioso 2: a Air France esqueceu minha estimada mala de 22 quilos em algum canto do Charles de Gaulle. E foi também a primeira vez que isso me aconteceu. Chego em Gotemburgo e cadê a mala? Mas país desenvolvido é outra coisa. Fui no Bagage Claim, dei meu nome e o endereço do hotel. A loura (quem lá não é?) de seus bons 50 e tantos anos disse onde estava a mala e que às 23 horas ela estaria no meu hotel. Hotel 4 estrelas, diga-se. E não é que às 23 horas a bendita mala estava lá?
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Dado curioso 3: O hotel (cujo nome mais parece um teste de visão, daqueles que a gente vê no consultório do oftalmologista) é o mesmo que hospedou a Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 1958. Disse-me o atendente - e me mostrou um jornal da data - que o antigo hotel foi derrubado para a construção deste mais novo. Mas o local é o mesmo, à beira de um belíssimo lago.
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Quarto pequeno, mas aconchegante. O hotel, como disse, fica no entorno de um lago gigantesco e de uma antiga estação de esqui - pois não neva mais o suficiente, mas o lago congela e é possível passear por ele de carro. O verão aqui não passa dos 25 graus. Mas o inverno chega nisso, negativo. Lindo lugar.
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Espanta o fato de o pôr-do-sol acontecer perto das 22 horas, como na foto do início deste post. E no verão não chega a escurecer completamente à noite. Mesmo de madrugada, o sol já está posto, mas ainda resta alguma claridade.
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Para encerrar o dia, a arrumadeira do quarto me informou na manhã seguinte que eu deveria jogar o papel higiênico no próprio vaso sanitário. Vai ver ela não gostou muito de ter feito a limpeza no banheiro do 620, já que usei o banheiro umas cinco vezes. Em um só dia...

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