Eu escrevo e te conto o que eu vi

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Um gajo deveras apaixonado pelo que faz. Jornalista, magro, pobre e feio. Tio da Carolina e da Gabriela, marido da Viviane. Repórter de esportes e motor, sãopaulino consciente, assessor de imprensa, fanático por automobilismo e esportes de aventura, e também freelancer, porque ninguém é de ferro.

sábado, março 27, 2010

Já postei isso antes, mas acho legal pacas

Eles dizem que seu cabelo é sujo, que seu cheiro é forte, que você não sabe a diferença entre o certo e o errado, e que você colocou suas patas imundas nas nádegas das amigas de Mary Ann que por absoluto desarranjo orgânico fisiológico passam o dia de Ação de Graças comendo amendoim japonês, tomando groselha e urinando na piscina oval da casa de campo de John Pitesberg em Detroit. Sempre vão existir babacas em Detroit, groselhas, chinelos, piqueniques com sanduíche de mortadela e toalha quadriculada num domingo ensolarado às sete da manhã, limonada um tanto quanto azeda do cozinheiro gago de Tia Morgan, aquele gostinho de cão gambá no céu da boca, a vizinha xingando o marido de bicha, babando e batendo no batente da porta de madeira de lei da entrada da casa do sítio de um genro íntimo do especialista em afrodisíacos dietéticos do tecladista albino da Madona Cover. Sempre vão existir albinos, bexigas, passeatas contra o extermínio da formiga uirapuru das matas ao leste da fazenda de plantação de quiabo de Mister Mc Berry. Sempre vão existir vovôs, minhocas, grunges com camisa de flanela xadrez amarrada na cintura, devorando um hot dog, fumando e coçando em frente à saída da garagem do hotel da Madona Cover. Sempre vão existir transformitas mambembes discursando sobre a influência de júpiter no movimento neo-dadaísta iniciado por um ermitão surdo viciado em groselha. Sempre vão existir anormais desequilibrados que não dizem coisa com coisa, não respiram e não conseguem parar de falar, e foi então que eu pensei, levantei e abri minha caca-cola.

Espera aí, pô.

Eu tinha pedido Tubaína.


Tubaína.

Sempre Tubaína"

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